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érgio
S. Oliveira já trabalhava em laboratório
mesmo antes de entrar para a faculdade. Adolescente, contraiu
hepatite e, curioso a respeito do assunto, fez um curso
de Monitoragem Laboratorial, em 1976. Nesse momento, o
jovem que queria estudar Medicina se empolgou com a parte
laboratorial e decidiu seguir a Biomedicina. Estudou na
então Osec, onde se formou em 1980, e durante a
faculdade já dava aulas e trabalhava em análises
clínicas.
Depois de formado, entrou para a Merck do Brasil, onde
se tornou gerente de produto diagnóstico e depois
gerente de grupo de produtos. Na mesma época, fez
cursos de marketing e vendas, que considera uma verdadeira
extensão universitária.
Evolução Em 85, já
cansado da área diagnóstica, entrou na Bayer
como gerente de produto na área farmacêutica,
inicialmente na linha de antibióticos e depois
de outros medicamentos. Após dois anos, passou
para o cargo de gerente comercial, cuidando de produtos
farmacêuticos e de consumo.
Aí já há uma grande diferença,
porque o gerente de produto, apesar de se relacionar com
todo mundo, não tem subordinados, justifica.
Quando fui para a área comercial,
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pela primeira vez tive o papel
de gerenciar pessoas. Com uma equipe de mais de 30
subordinados, reestruturou a área comercial, que
voltou crescer. Mais dois anos e Oliveira foi promovido
a gerente de marketing de produtos farmacêuticos e
lançou uma série de produtos.
Em 1990, a Bayer comprou a Miles, companhia americana de
diagnósticos, e Oliveira foi convidado para gerenciar
a área (depois passou a diretor). Novamente promoveu
uma reestruturação e, comandando 89 funcionários,
fez a empresa aumentar muito seu faturamento, que era de
US$ 6,7 milhões hoje é de mais de US$
40 milhões. Hoje a Bayer é a terceira
companhia de produtos diagnósticos do Brasil,
garante.
O biomédico teve de se mudar para Nova York em 1996,
porque se tornou o responsável pela área de
diagnósticos em toda a América Latina. Foi
uma experiência muito importante, conta. Na
nova função, comprou em 98 a Merck, empresa
onde começou, após negociar com seu antigo
chefe na empresa.
Devido ao crescimento da área de diagnósticos
no Brasil, voltou ao País em 1999 e em 2001 a empresa
foi escolhida a subsidiária do ano dentro da Bayer
mundial. Em 2002, foi convidado a participar de um processo
de seleção interna para a presidência
da nova companhia e acabou escolhido.  |